Arquivo da Categoria 'Opinião'

02
Apr

The Evolution of Israeli Dance

The Israeli comedian Gome Sarig, sponsored by the viral videos friends of Republik, dances through the 60 years of modern Israeli music in a hysterical video posted recently to the web.

The idea is not new and it’s following the Youtube trend of the original “The Evolution of Dance” by the American comedian Judson Laipply .

This is the Israeli version:

And these are the two original American versions – very popular, so if you didn’t saw at least one of them yet, Congratulations! You’re either a true media rebel, with strong force of will against the power of the system or the exact oposite. In any case, grab the opportunity and check them out over here.

Evolution of dance:

Evolution of dance 2:

20
Feb

Money is trust

I´ve seen a very educative video on the web regarding the money, the bank system and all the concepts behind the basics of our modern economy. I think it´s an important source for anyone who has a bank account and/or uses money. To understand the complex system behind all of our money transactions and the value of our paper values.

The money real value is not metals (like gold, silver or bronze) anymore, but our own personal values that are entrusted in form of debt to the bank. Since the money in our age is electronic, totally virtual – there´s no real/physic guarantee that it could disappear or have no value at all from one day to another in the worst case scenario or even because of computer crimes.

(The video is bellow, after the reflection)

The video has got a left-wing (liberal) tone and it could be confused with “false communist propanda” as most Americans (not only North Americans) characterize content that criticizes the status quo, instead of hearing and trying to understand it as constructive(yet destructive) advice.

People tend to prefer the simple yellow brick road and follow the wave of common sense progress. I believe in order to achieve progress, but for that is important to take active part and think things thorough even when they at first glance bother or offend. The exposure to different trues is the key to a strong progressive opinion. (even if the youtube channel where this video has been posted is full of nutty conspiracy videos that don’t worth mention)

I would like to hear your opinion on the video. How much it’s away from the truth? The information presented is trustworthy? Do you worry about the future of the economic system?

This is the first video, 1 out of 5. The link to the other videos is bellow:

Part 2 – Corrupt Banking System – How Money is Created (2/5)

Part 3 – Corrupt Banking System – Money is Debt (3/5)

Part 4 – Corrupt Banking System – Monetary Reform (4/5)

Part 5 – Corrupt Banking System – Warning About the NWO (5/5)

07
Jan

Quem é o inimigo da paz na Palestina?


A televisão Al-Aqsa, ferramenta de propaganda do regime terrorista do movimento fascista islâmico Hamas, lançou uma campanha voltada para seus fiéis. Uma demonstração sombria e diabólica e que não respeita nenhuma lei de direitos humanos. Qual o impacto dessas mensagens na população Palestina? Vejam o vídeo abaixo:

Israel não pode viver ao lado de uma sociedade controlada e manipulada por mensagens de violência e fanatismo. É por isso que o Exército de Defesa de Israel esta em Gaza hoje.

O verdadeiro inimigo da paz na Palestina é hipócrita e sangue frio, populista e propagandista encena tragédias de massa, permitindo (e muitas vezes OBRIGANDO) que civis estejam no meio do campo de guerra para sacrificar-se pela causa.

O verdadeiro inimigo da paz na Palestina se chama Hamas e opera como “Zé Pequeno” na “Rocinha”.

No vídeo abaixo podemos ver o tipo de liderança que o Hamas promove em Gaza:

A morte e o sacrifício humano não estão nos ideais de direitos humanos das Nações Unidas.
E tem gente que ainda tem a pachurra de acusar Israel de violar estes direitos. Os verdadeiros causadores deste conflito armado, as garras do terrorismo fascista que abraçaram o povo Palestino como filhos e que depois de alimentarlos, utilizam suas almas como escudo.

É uma triste realidade com poucas perspectivas de resolução definitiva, pelo menos não de curto prazo. Os sheikes tem tempo (e petróleo) de sobra.

O Estado de Israel não é uma solução temporária para o povo judeu, já se passaram 60 anos de promessas e esperanças. Desde 1967, com a anexação dos territórios de Cisjordânia e Gaza, é que legalmente se complicou a situação, por que Israel adquirira a posição de colonizador perante os olhos do mundo. O controle de territórios fora das fronteiras pré-determinadas pela ONU, mesmo que tomados por motivos de defesa após a ofensiva dos países vizinhos, é o começo da legitimidade da OLP e do movimento de liberação da Palestina que comandam com investimento de sheikes vizinhos o que o povo Palestino pensa, através de diversas técnicas de manipulação.

Essas técnicas são modernas. Não é gente ignorante que manipula. Não são os pobres coitados de que todos escutamos nas notícias. É gente com um ideal: destruir Israel, não importe o preço que a população de toda a região, incluindo a Palestina, tenha que pagar. E para chegar a esses objetivos eles usam de tudo, principalmente a fé de seu povo. O poder da fé é muito grande, o poder do sacrifício, do controle sobre os sentidos mais privados da vida – capaz de “mover montanhas”. No caso do Hamas, capaz de educar jovens para a auto-implosão em um café qualquer, para arrastar crianças como escudo, para odiar tudo o que cheire a Israel – um ato covarde de manipulação por parte de grupos egoístas que se escondem atrás de outros governos e poderes capitalizando essa investida, fornecendo armas e inteligência militar para terroristas, sem ter realmente nenhuma tropa oficial presente no território.

Os fiéis do Hamas e do Hizbola são o exército populista virtual de Sírios, Libaneses, Jordanianos, Egipcios, Farsim (Persas) e, por que não, alguns oportunistas endinheirados de Dubai e do Ocidente.
Não de governos, mas de indivíduos que formam uma “joint venture” que pretende lucrar com a conquista.

Israel se defende. Israel é uma distração.
O front do confronto entre o islã radical e a democracia é Israel, mas a verdadeira batalha esta espalhada pelo mundo. Abrir olhos para a situação é entender a diferença entre o Hamas e o povo palestino. É entender que a situação não é controlada por pobres coitados, ela só é vivida por pobres coitados. É entender que existe manipulação e censura, que existem execuções de traidores do movimento terrorista. É entender que as eleições e a segurança na Palestina funcionam como foi o coronelismo e a ditadura no Brasil. O Hamas controla a segurança, tem as armas em mão e o poder de coerção, logo, controla o território. E ponto. Não são eleitos por que são melhores, mas por que são os únicos. – Não há partido que sobreviva uma disputa real contra o Hamas em Gaza hoje.

17
Nov

Crise na América? Recessão?

Os seis náufragos
por Peter Schiff – Presidente da Euro Pacific Capital, Inc.

Num dos seus comentários mais recentes, Stephen Roach, da Morgan Stanley, talvez o único economista da Wall Street que pelo menos compreende parcialmente o perigo económico que está a assomar, lamentou mais uma vez que uma “economia global co-dependente não possa viver sem o excesso de consumo dos americanos”. Isto reflecte o engano popular de que os americanos estão como que a fazer um favor ao mundo ao consumir os frutos do seu trabalho.

O mundo não depende mais do consumo dos americanos do que os servos medievais dependiam do consumo dos seus senhores, os quais tomavam tipicamente 25% daquilo que eles produziam. Que desastre teria havido para os servos se os seus senhores não exigissem este tributo. Pensem em todo o desemprego que os servos teriam sofrido se não tivessem de laborar tão arduamente em benefício dos seus senhores. O que teriam eles feito com todo o tempo livre extra?

Segundo economistas dos dias modernos, se os senhores decidissem aumentar aquilo que tomam, digamos para 35%, isto teria sido o equivalente a um boom económico para os servos, os quais teriam assim mais trabalho assegurado. É uma pena que os servos não tivessem conselheiros económicos ou banqueiros centrais para encorajar políticas tão progressistas!

Tenho escrito sobre este assunto ultimamente (ver meus comentários anteriores intitulados “CNBC Redefines the Word ‘Sacrifice’,” 10/Fev/2005 e “The U.S. is Not a Special Case, Just an Extreme One,” 18/Jan/2005). Ambos os artigos estão arquivados na secção de comentários do meu sítio web, em www.europac.net/archives.asp . Contudo, gostaria de colocar a suposição ridícula de que o mundo se beneficia com o excesso de consumo da América e tem algo a temer da sua cessação a fim de descansar de uma vez por todas. Considere a seguinte analogia.

Suponha que seis náufragos encontram-se abandonados numa ilha deserta, cinco asiáticos e um americano. Além disso, suponha que os náufragos decidem dividir a carga de trabalho entre si da seguinte maneira: (a bem da simplicidade, o único desejo dos náufragos é satisfazer a fome) um asiático é encarregado da caça, um outro da pesca e um terceiro de descobrir vegetação. Um quarto é encarregado de preparar a comida, ao passo que ao quinto é dada a tarefa de colectar lenha a acender o fogo. Ao americano é dada a tarefa de comer.

Assim, na nossa ilha cinco asiáticos trabalham o dia todo para alimentar um americano, o qual gasta o seu dia a bronzear-se na praia. Ele está empregado no equivalente ao sector de serviços, operando um salão de bronzeamento que nenhum dos asiáticos na ilha utiliza. No fim do dia, os cinco asiáticos apresentam um banquete cuidadosamente preparado para o americano, o qual senta-se à cabeceira de uma mesa especial, construída pelos asiáticos especificamente para essa finalidade.

Percebendo que banquetes subsequentes só viriam se os asiáticos estivessem vivos para providenciá-los, ele concede-lhes apenas umas poucas migalhas da sua mesa para sustentar o seu trabalho no dia seguinte.

Economistas dos dias modernos diriam que este americano é o único motor de crescimento a conduzir a economia da ilha e que, sem o seu voraz apetite, o asiáticos dali estariam desempregados. A realidade, naturalmente, é que a melhor coisa que os asiáticos podiam fazer para melhorar os seus destinos seria votar pela retirada do americano da ilha. Sem o americano a consumir a sua comida haveria um bocado mais disponível para eles próprios comerem.

Em alternativa, eles podiam gastar menos tempo nas tarefas relacionadas com a sua comida, dedicando o tempo extra a mais lazer ou a satisfazer outras necessidades, as quais anteriormente não eram preenchidas pois muito dos seus recursos escassos eram dedicados a alimentar o americano.

Agora, alguns de vocês estarão a pensar que esta analogia é enviesada, pois na economia do mundo real os americanos pagam pela sua comida, de modo que no mundo real os asiáticos que proporcionam refeições recebem valor em troca dos seus esforços. OK, vamos assumir que o americano na nossa ilha paga pela sua comida da mesma maneira que no mundo real os americanos pagam pela sua, compram emitindo promissórias (IOUs). Vamos assumir que no fim da refeição os asiáticos apresentem uma conta ao americano, a qual ele paga através da emissão de promissórias que pretendem representar futuros pagamentos da comida.

Contudo, todos os náufragos sabem que as promissórias nunca poderão ser cobradas, pois a América não tem comida ou os meios ou mesmo a intenção de fornecer algo no futuro. Mas os asiáticos aceitam-nas de qualquer forma, e a cada noite acrescentam-nas às pilhas de promissórias recolhidas nos dias anteriores. Estarão os asiáticos numa situação melhor em resultado desta acumulação? Estarão eles menos famintos? Não, naturalmente.

Agora vamos assumir que um outro náufrago asiático nada até à ilha, e assume o papel de banqueiro central. A partir daí, a cada dia o banqueiro central cobra impostos aos outros asiáticos da ilha confiscando uma porção das migalhas de comida que o americano lhes atira da sua mesa. O banqueiro central concorda então em devolver estes bocados aos outros asiáticos todos os dias, em troca da acumulação diária pelos mesmos das promissórias do americano, menos uma pequena percentagem para si próprio, porque o banqueiro central também tem de comer.

Será que a existência de um banqueiro central mudou alguma coisa? Será que os asiáticos têm algo mais para comer porque o seu próprio banqueiro central lhes devolve uma porção da comida que lhes tomou anteriormente? Será que as promissórias do americano tem algum valor a mais porque agora podem ser trocadas desta maneira? Não, naturalmente.

Bem, se não faz sentido para os seis pretensos asiáticos suportarem um pretenso americano, também não faz sentido para milhares de milhões de asiáticos do mundo real suportarem milhões de americanos do mundo real. O facto de que eles assim o façam em troca de promissórias sem valor de modo algum altera esta realidade.

Não está em discussão que no curto prazo, ao permitir que o dólar americano entre em colapso (como se despejassem milhões de americanos para fora da ilha), haverá algumas perturbações temporárias para as economias asiáticas. É claro que haverá alguns perdedores iniciais, particularmente entre aqueles asiáticos que actualmente se aproveitam deste estado de coisas. Contudo, estes lucros ocorrem somente às custas de perdas muito maiores sofridas pelo conjunto mais vasto da população asiática.

No final das contas, a cessação do consumo excessivo da América — que é um fardo que agora os asiáticos têm de arcar e não um benefício de que desfrutem — será a melhor coisa que poderá acontecer ao povo da Ásia. Tal como os servos a serem libertados dos seus senhores, seus escassos recursos serão finalmente libertados a fim de satisfazer as suas próprias necessidades e desejos, e os seus padrões ascenderão em conformidade. Além disso, desde que as suas poupanças ficassem disponíveis para financiar investimentos adicionais de capital, ao invés de serem desbaratadas pelos consumidores americanos, daí para a frente os seus futuros padrões de vida ascenderiam muito mais depressa.

Infelizmente para os americanos, serem chutados para fora da Ásia significa que acabou o comboio da alegria e que têm de voltar ao trabalho. Em termos simples, isto significa caçar e pescar muito mais e comer muito menos.
29/Mar/05

03
Oct

Creacionismo X Evolução

Por incrível que pareça, depois de tantos anos de desenvolvimento na compreensão biólogica, nos EUA se fortalece um movimento de negação ao vínculo entre o homem e o macaco. Aceitar a idéia de que somos mera coincidência, parte de um processo natural, seria negar a presença de d´us no processo de criação. Esta gente prega o Creacionismo e ultimamente algo que se chama “Projeção Inteligente” (Inteligent Design) – tudo o que é vivo neste planeta é fruto de um projeto inteligente, seria planejado posteriormente pois é muito improvável que sejamos fruto do acaso. Isso é dizer em outras palavras que existe um d´us por trás de tudo.

A separação entre a religião e a ciência sempre foi desde o meu ponto de vista um fator muito importante no desenvolvimento de uma sociedade com alta moral e nível de conhecimento. Permitir diferenciar entre o terreno e o extra-terreno, o físico e o espiritual. A fé posicionada como fé e a razão como razão.

Mas esta separação é composta por um fio fino e a religião têm perdido muito interesse para a ciência. Cada dia fica mais difícil atrair fiéis (fiéis) que estejam convencidos de sua fé. A ciência sim tem influenciado na absorção e manutenção de populações sob vigilância moral. Fica difícil acreditar em um d´us com tantas mensagens que comprovam cada dia mais exatamente o oposto.
É neste contexto que se busca então tratar de usar a ciência, tão popular, para encontrar “provas” em linguagem científica de que d´us existe; como forma de fidelizar mais seus seguidores. Seria este o melhor passo a ser tomado? D´us deixará de existir por causa da evolução? Ou seria todo esse barulho por simples “egocentrismo antropocêntrico”, pelo fato de sermos tão especiais?

As teoria de Darwin sobre a Evolução das Espécies, abriu novos horizontes para o estudo da biologia, da medicina e do nosso futuro. É uma teoria que coloca o ser humano como resultado de anos de evolução, junto com todas as outras formas de vida que habitam nosso planeta.

E é também uma teoria que em nenhum momento vai em contra a fé. É uma questão de re-interpretação do mesmo. A própria evolução poderia ser uma manifestação divina. E a evolução do homem desde o macaco seria o dia citado na bíblia em que d´us criou o homem a sua imagem e semelhança. Um dia para d´us não é como um dia para um homem – Com essa simples explicação se pode juntar fé e ciência em favor real para o ser humano.

Misturar fé com ciência só traz mais descrédito para as instituições religiosas que enfrentam uma decadência monumental depois de muitos anos de domínio.

Duração: 12 mins




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