“Only the small secrets need to be protected.
The big ones are kept secret by public incredulity.”
- Marshall MacLuhan

Estou colocando na web alguns de meus trabalhos de desenho gráfico à venda em diversos formatos através do site zazzle.
O conceito é simples, você cria os produtos, envia para o site e a loja online se ocupa de vender - como é o mercado de artesanatos. Só que melhor, pois não é necessário fazer nenhum investimento além do trabalho e divulgação.
Abaixo, a minha lojinha que já conta com alguns modelos à venda:

Meu amigo Andre Hamer esta vivendo em Beer Sheva, Na Mira do Hamas, e resolveu aproveitar o tempo que passa em casa para não ser atingido por um Qassam e escrever um blog sobre o que está acontecendo agora no sul de Israel.
O blog se chama Na mira do Hamas e o melhor são os vídeos com legendas em Português.
Hoje o Andre postou este vídeo e acho que é um ponto de vista que não deve ser ignorado. A tática de spinning dos palestinos é colocar o resultado antes da causa. Mas é importante lembrar que a empreitada em Gaza é uma reação militar e não ação. Reação ao movimento islâmico fascista que se chama Hamas:

A televisão Al-Aqsa, ferramenta de propaganda do regime terrorista do movimento fascista islâmico Hamas, lançou uma campanha voltada para seus fiéis. Uma demonstração sombria e diabólica e que não respeita nenhuma lei de direitos humanos. Qual o impacto dessas mensagens na população Palestina? Vejam o vídeo abaixo:
Israel não pode viver ao lado de uma sociedade controlada e manipulada por mensagens de violência e fanatismo. É por isso que o Exército de Defesa de Israel esta em Gaza hoje.
O verdadeiro inimigo da paz na Palestina é hipócrita e sangue frio, populista e propagandista encena tragédias de massa, permitindo (e muitas vezes OBRIGANDO) que civis estejam no meio do campo de guerra para sacrificar-se pela causa.
O verdadeiro inimigo da paz na Palestina se chama Hamas e opera como “Zé Pequeno” na “Rocinha”.
No vídeo abaixo podemos ver o tipo de liderança que o Hamas promove em Gaza:
A morte e o sacrifício humano não estão nos ideais de direitos humanos das Nações Unidas.
E tem gente que ainda tem a pachurra de acusar Israel de violar estes direitos. Os verdadeiros causadores deste conflito armado, as garras do terrorismo fascista que abraçaram o povo Palestino como filhos e que depois de alimentarlos, utilizam suas almas como escudo.
É uma triste realidade com poucas perspectivas de resolução definitiva, pelo menos não de curto prazo. Os sheikes tem tempo (e petróleo) de sobra.
O Estado de Israel não é uma solução temporária para o povo judeu, já se passaram 60 anos de promessas e esperanças. Desde 1967, com a anexação dos territórios de Cisjordânia e Gaza, é que legalmente se complicou a situação, por que Israel adquirira a posição de colonizador perante os olhos do mundo. O controle de territórios fora das fronteiras pré-determinadas pela ONU, mesmo que tomados por motivos de defesa após a ofensiva dos países vizinhos, é o começo da legitimidade da OLP e do movimento de liberação da Palestina que comandam com investimento de sheikes vizinhos o que o povo Palestino pensa, através de diversas técnicas de manipulação.
Essas técnicas são modernas. Não é gente ignorante que manipula. Não são os pobres coitados de que todos escutamos nas notícias. É gente com um ideal: destruir Israel, não importe o preço que a população de toda a região, incluindo a Palestina, tenha que pagar. E para chegar a esses objetivos eles usam de tudo, principalmente a fé de seu povo. O poder da fé é muito grande, o poder do sacrifício, do controle sobre os sentidos mais privados da vida - capaz de “mover montanhas”. No caso do Hamas, capaz de educar jovens para a auto-implosão em um café qualquer, para arrastar crianças como escudo, para odiar tudo o que cheire a Israel - um ato covarde de manipulação por parte de grupos egoístas que se escondem atrás de outros governos e poderes capitalizando essa investida, fornecendo armas e inteligência militar para terroristas, sem ter realmente nenhuma tropa oficial presente no território.
Os fiéis do Hamas e do Hizbola são o exército populista virtual de Sírios, Libaneses, Jordanianos, Egipcios, Farsim (Persas) e, por que não, alguns oportunistas endinheirados de Dubai e do Ocidente.
Não de governos, mas de indivíduos que formam uma “joint venture” que pretende lucrar com a conquista.
Israel se defende. Israel é uma distração.
O front do confronto entre o islã radical e a democracia é Israel, mas a verdadeira batalha esta espalhada pelo mundo. Abrir olhos para a situação é entender a diferença entre o Hamas e o povo palestino. É entender que a situação não é controlada por pobres coitados, ela só é vivida por pobres coitados. É entender que existe manipulação e censura, que existem execuções de traidores do movimento terrorista. É entender que as eleições e a segurança na Palestina funcionam como foi o coronelismo e a ditadura no Brasil. O Hamas controla a segurança, tem as armas em mão e o poder de coerção, logo, controla o território. E ponto. Não são eleitos por que são melhores, mas por que são os únicos. - Não há partido que sobreviva uma disputa real contra o Hamas em Gaza hoje.